Armas de Portugal - OLIVENZA
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OLIVENZA
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Portugal presente Puerta y muralla monumento iglesia
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Convento transformado La gran torre monumento a los bailaores extremeños qué sensación más bonita de calle con ese empedrao
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Carlos Eduardo da Cruz Luna
Fecha: 10/02/2008
Hora: 20:11
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TEXTO DO BOLETIM MUNICIPAL DE ELVAS DE 9-Maio-2007 (ELVAS-OLIVENÇA, 01-Maio-2007)
(Inúmeras gravuras; atrás da tribuna dos presidentes de Elvas e Olivença, SÓ AS BANDEIRAS MUNICIPAIS; note-se, também, que NÃO HÁ REFERÊNCIAS A PORTUGAL OU ESPANHA! Só a Olivença e Elvas!)

-O convívio entre as duas cidades-irmãs /Elvas e Olivença comemoram a geminação-
Elvas e Olivença juntaram-se para comemorar a sua geminação, no passado dia 1. Estas duas cidades são irmãs desde 1990, mas a maior parte destes 17 anos passaram sem
que tivessem sido realizados eventos conjuntos.
No final do século XX, os presidentes da Câmara Municipal de Elvas e o do Ayuntamiento de Olivença juntaram vontades, para a ligação rodoviária entre as duas cidades deixar de ser feita obrigatoriamente a passar pelo Caia e a atravessar Badajoz. Ultrapassar
as dificuldades não foi fácil, mas o importante foi concretizar a obra, inaugurada em 11 de Novembro de2000.
Em Setembro do ano passado, Elvas e Olivença comemoraram ageminação entre as duas cidades; em 1 de Maio último, teve lugar a segunda festa deste género. Tal como sucedera em 2000 e 2006, o acto solene da festa deste ano teve lugar a meio do tabuleiro da nova ponte rodoviária, sobre as águas do Guadiana, agora mais calmas e
volumosas pelo enchimento da Barragem de Alqueva.
Foi aí que José Rondão Almeida, na despedida autárquica de Ramón Rocha Máqueda, garantiu que vai continuar a lutar pela reconstrução da velha ponte histórica; no mesmo
local onde cavaleiros elvenses e oliventinos se encontraram e cumprimentaram, como símbolo da junção de duas populações vizinhas e amigas.
Ao longo do dia, o convívio com a natureza e a comunhão entre os dois povos foi acontecendo: na hora da comida, Elvas apostou nos petiscos alentejanos, Olivença
respondeu com o indispensável pata negra.
Para o futuro, fica uma certeza: estas duas cidades, à distância de um olhar, estão cada vez mais próximas. Nos últimos anos, a aproximação tem sido explicada pela construção da nova ponte rodoviária e a melhoria das estradas para a Ajuda.
-José Rondão Almeida/Presidente da Câmara Municipal de Elvas-
"Elvas e Olivença herdaram um legado histórico muito importante dos seus
antepassados, que deve ser preservado. Por isso, saliento a união entre estas
duas cidades que permitiu a conservação desse património histórico e
cultural. Elvas e Olivença conseguiram sempre conjugar esforços para um
desenvolvimento económico e urbanístico, na perspectiva da geminação
que existe e que obriga a que se reforce a união dos dois povos, nas suas
várias vertentes: económica, desportiva e cultural. Ao concretizarmos esta
obra, a nova ponte da Ajuda, em 2000, conseguimos colocar mais perto o
que, geograficamente, já estava próximo. Esta ponte conseguiu alargar as
relações entre elvenses e oliventinos. É, pois, um verdadeiro exemplo do
trabalho desenvolvido em conjunto pelos dois Municípios. Felicito o meu
amigo Ramón Rocha, quem considero um exemplo a seguir por todos os
autarcas, pois compreende como se deve gerir o Poder Local. Na altura em
que termina o seu mandato à frente do Município de Olivença, sei que
Ramón Rocha parte com uma triste mágoa que tentarei minimizar. Fica a
promessa de que tudo farei para a antiga ponte da Ajuda ser reconstruída,
concretizando um antigo sonho deste grande homem a quem agradeço a
amizade."
-Ramón Rocha Máqueda/Presidente do Ayuntamiento de Olivença-
"Ao longo dos anos, eu e Rondão Almeida conseguimos, numa união de
esforços, ultrapassar várias barreiras para que hoje pudéssemos estar aqui
nesta magnífica ponte da Ajuda. Só desta forma nos aproximámos ainda
mais, dando a possibilidade de uma maior união entre dois povos que têm
um passado histórico tão importante. Esta é a minha última intervenção
como Presidente da Câmara de Olivença e, por isso, aproveito para
agradecer aos Elvenses e Oliventinos, que sempre defenderam a união entre
os dois povos, uma união realmente importante que devemos manter. Esta
festa de geminação tem de continuar, para o bem das duas cidades e dos dois
países. Um povo unido é um povo forte! Farei tudo para reconstruir a ponte antiga
Esta festa de geminação tem de continuar.

Pepe
Fecha: 19/04/2008
Hora: 12:49
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Hola soy un emigrante extremeño y me a gustado mucho la foto de Olvenza pero me gustaria ver mas de ese pueblo ¿podria ser?

Carlos Eduardo da Cruz Luna
Fecha: 23/04/2008
Hora: 23:26
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UNA NUEVA ASOCIACIÓN DE OLIVENTINOS Y TALIGUEÑOS!

Una asociación promoverá la cultura portuguesa en Olivenza

“Além Guadiana” es una asociación sin fines de lucro

Fuente: Redacción

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Recientemente se ha creado en Olivenza “Além Guadiana”, asociación sin
ánimo de lucro que nace con el objetivo de fomentar la cultura
portuguesa en Olivenza.
La iniciativa ha partido de un colectivo de oliventinos, consciente de
la gran riqueza que atesora su patrimonio. La ciudad de las dos
culturas, como habitualmente se define a Olivenza, constituye un
ejemplo único en la península por su historia compartida entre España
y Portugal, y un lugar donde conviven y se entremezclan con
naturalidad elementos de ambas culturas.
Além Guadiana nace con la intención de potenciar este carácter
mestizo, recuperando y fomentando manifestaciones relacionadas con la
lengua, tradiciones orales, la gastronomía, la música, la literatura,
etc. Sus principales actividades son: contribuir a la promoción de la
lengua portuguesa en Olivenza, realizar acciones de sensibilización,
valorizar la cultura portuguesa y fomentar el conocimiento e
intercambio cultural con Portugal y otros países de la Lusofonía.
El ámbito de actuación de la asociación son los municipios de Olivenza
(que incluye las aldeas de San Jorge de Alor, San Benito de la
Contienda, Villarreal, Santo Domingo de Guzmán, San Rafael y San
Francisco) y Táliga. Portugueses hasta 1801, constituyen el último
territorio en incorporarse a España. Los dos siglos han significado
una continua aportación cultural hispana sobre el sustrato luso, dando
lugar a una riquísima cultura de síntesis que aflora en sus calles y
gentes.
La iniciativa surge en parte porque desde Além Guadiana se considera
que muchos componentes de la cultura portuguesa de Olivenza se están
perdiendo, como es el caso de la lengua, mayoritaria hasta los años
cincuenta y actualmente en trance de desaparición.
Y Según sus socios, la cultura portuguesa en Olivenza constituye un
tesoro que urge conservar.
La denominación Além Guadiana (más allá del Guadiana), expresa una
mirada mutua a uno y otro lado del río, con la cultura como nexo
común. La asociación ha creado un espacio virtual en la siguiente
dirección: http://alemguadiana. blogs. sapo. pt/

COMUNICADO OFICIAL À IMPRENSA (SÓ O "NOTÍCIAS DO ALENTEJO" (digital) publicou!)
Para: carlosluna@iol. pt, caedlu@gmail. com

“Além Guadiana” promoverá a cultura portuguesa em Olivença

Recentemente foi criado em Olivença o “Além Guadiana”, associação sem fins lucrativos que
nasce com o objectivo de fomentar a cultura portuguesa em Olivença. A iniciativa partiu
de um conjunto de oliventinos consciente da grande riqueza que entesoira o património da
sua terra. A cidade das duas culturas, como habitualmente é definida Olivença, constitui
um exemplo único na península Ibérica pela sua história (partilhada entre Portugal e
Espanha) e um lugar onde convivem e se mesclam com naturalidade elementos de ambas
culturas.

Além Guadiana nasce com a intenção de potencializar esse carácter mestiço, recuperando e
fomentando manifestações relacionadas com a língua, tradições orais, a gastronomia, a
música, a literatura, etc. As suas actividades principais são: contribuir para a promoção
da língua portuguesa em Olivença, realizar acções de sensibilização, valorizar a cultura
portuguesa, fomentar o conhecimento e intercâmbio cultural com Portugal e outros países
da Lusofonia.

O âmbito de actuação da associação são os concelhos de Olivença (que inclui as aldeias de
São Jorge da Lor, São Bento da Contenda, Vila Real, São Domingos de Gusmão, São Rafael e
São Francisco) e Táliga. Portugueses até 1801, constituíram o último território a ser
incorporado em Espanha. Os dois séculos significaram uma contínua contribuição cultural
hispana sobre o substrato luso, dando lugar a uma riquíssima cultura de síntese que
aflora nas suas ruas e gentes.

Além Guadiana considera, todavia, que muitos componentes da cultura portuguesa se estão a
perder, como no caso da língua, maioritária até os anos cinquenta e hoje em risco de
desaparecer. Segundo os sócios, a cultura portuguesa em Olivença constitui um tesoiro que
urge conservar.

A denominação Além Guadiana expressa um olhar mútuo dos dois lados do rio, com a cultura
como nexo comum. A associação criou um espaço virtual no endereço seguinte:
http://alemguadiana. blogs. sapo. pt

Carlos Eduardo da Cruz Luna
Fecha: 05/11/2008
Hora: 23:50
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Jornal "Alto Alentejo", 15 de Outubro de 2008/REPORTAGEM INDEPENDENTE SOBRE OLIVENÇA
Data: Fri, 17 Oct 2008 13:04:55 +0100 [13:04:55 WEST]
De: carlosluna@iol. pt
Para: (ARTIGO MUITO INTERESSANTE, QUE REVELA ASPECTOS CURIOSOS. ALGUNS PEQUENOS ERROS
NÃO PÕEM
EM CAUSA O CONJUNTO. OS "REPAROS" QUE SÃO FEITOS NO FINAL NÃO PASSAM DE UMA ANÁLISE
PESSOAL, QUE NÃO VISA OFENDER A AUTORA OU AS SUAS INTENÇÕES!; ass. Carlos Luna)
DIVERSOS
OLIVENÇA ESPANHOLA... E PORTUGUESA
Sara Rodriguéz Romo
(fotografias, pequenas, dos entrevistados, e uma, maior, com a Igreja de Santa Maria
Madalena)

A vida de Olivença tem sido muito mexida. Ora espanhola, ora portuguesa (1), o vaivém
da cidade só parou em 1801. Nessa altura Godoy, apoiado por Napoleão, conquistou-a aos
portugueses. Desde então ambos os países reclamam-na.
E os oliventinos? Eles querem esuqecer estas questões de posse. Agora, o que é
importante é o seu património único, nascido da pegada que os dois países deixaram
aqui. (2)
Quem é que tem razão? Em 1801 assinou-se um tratado, o de Badajoz, pelo quual
Portugal reconhecia Olivença como espanhola. Mas depois, com a queda de Napoleão, o
Congresso de Viena declarou que todas as conquistas feitas pelo imperador francês ou
pelos seus aliados deviam voltar à sua situação inicial. Entre elas Olivença. Que fazer?
Para o Dr. Carlos R. Fernández Liesa, Professor de Direito Internacional Público da
Universiidade Carlos III de Madrid, neste momento, a Questão de Olivença já não deve
constituir um foco de tensão nas relações hispano-lusas. «Segundo as leis do Direito
Internacional, o prazo para reclamar Olivença já passou» (3). Mas o Ministério dos
Negócios Estrangeiros não acha o mesmo. Ele acredita que essa lei não é nítida, e que não
diz exactamente quanto tempo énecessário. Para além disso, os portugueses nunca aceitram
a soberania espanhola. Os espanhóis retorquem que 200 anos são mais do que suficientes
(4).
"Mas por quê persistir nessa questão?" pergunta Miguel Ángel Vallecillo, oliventino,
professor de História e arqueólogo. "Isso só está a fazer dano às relações entre Espanha
e Portugal (5). O que tem de interessar é a diversidade cultural, que esta cidade tem,
graças ao património que os dois países deixaram nela».
Efectivamente, o património oliventino é muito rico. A mistura hispano-lusa dá-se a
todos os níveis (2).
Na arte, como exemplo de convivência entre as duas culturas, estão as duas igrejas
principais. Elas foram feitas praticamente na mesma altura, no século XVI: a Igreja de
Santa Magdalena e a Igreja de Santa Maria da Assunção (ou do Castelo). A primeira é obra
de D. Manuel I. Nessa altura Portugal era o dono dos mares, e isso fica demonstrado na
riqueza do monumento. No entanto, a outra igreja, construída em tempos de Filipe II,
possui um estilo mais austero (6). O rei teve de lidar em muitas guerras e não podia
destinar muito dinheiro à arte.
As tradições são outro caompo de diversidade cultural. Nas procissões da Semana Santa
misturam-se os dois tipos. Em Espanha é típica a "procissão dos nazarenos", onde os fiéis
levam um carapuço. Pela parte portuguesa há outras duas: a procissão da Santa Casa da
Misericórdia, onde os participantes levam a cabeça descoberta, e a Procissão das Chagas,
ou do Senhor dos Passos. Os passos são em realidade cinco altares espalhados pelo centro
de Olivença, que representam em Azulejos (ainda outra particularidade portuguesa) o
percurso do Senhor até o Calvàrio. Aliás, esse itinerário terminava numa Igreja, a do
Calvàrio, hoje desparecida e que estava junto à da porta que tem o mesmo nome.
Na gastronomia, os oliventinos combinam as "lentejas" (lentilhas) como o arroz de
Carnaval (que leva chouriço e "cotubillo"[costeletas de porco, em oliventino]). Nas
matanças do porco há uma especialidade oliventina, a "morcilla" de sábado. É feita de
gordura, bofe (pulmões do porco), fígado, esófago e estômago, tudo misturado com sangue.
Uma das coisas que mais choca o visitante é o dialecto dali: o oliventino, uma
mistuira das duas línguas. Algumas palavras como jimao (presunto em português e "jamón"
em espanhol); gafañoto (gafanhoto em português e salta-montes em espanhol). O mesmo se
passa com os apelidos: portugueses, espanhóis ou espanholizados mistura~-se numa
algazarra: Pereira e Perera, Vas e Vaz, Píriz e Pires, etc..
E não só. Mesmo nas pessoas vê-se essa mistura. Elas seriam um exemplo do protótipo
ibérico.
Maria Señorón é filha de uma portuguesa de Juromenha e de um espanhol de Villarreal.
Tem 91 anos e passa perfeitamente de uma língua para a outra. «Espanhola ou Portuguesa?
Eu sinto-me como dizem naquele cantar: "as raparigas de Olivença não são como as demais/
porque são filhas de Espanha e netas de Portugal».
Ángela González Acosta, reformada, tem 57 anos. Ela pertence à última geração
perfeitamente bilingue da zona. Nenhuma das duas sabe dizer muito bem como é que Olivença
passou a ser espanhola. «Mas eu quero ser espanhola, eu já não quero mudar».
Jaime Fuentes, 36 anos, bombeiro: «Os Oliventinos não sabem muito da sua História. Mas
é claro que temos muitos laços especiais com os portugueses. Elvas e Olivença são cidades
irmãs, e fazem muitos eventos conjuntamente. Eu vou lá muitas vezes. Toda a gente aqui
percebe o Português. É pena que já estejamos a perdê-lo, já não o falamos como os nossos
pais».
Joaquin Fuentes, 66 anos, professor reformado; ele conhece a História, e acusa os dois
governos. O espanhol de egoísmo e o português de moleza. E agora já é tarde demais. "200
anos depois, os oliventinos habituaram-se a ser espanhóis, e já não querem mudar" (7).
Feliciano Vaquerizo, 45 anos, dentista.
«Já passou muito tempo. Se agora fizerem um referendo, acho que noventa e tal por
cento havia de votar para ficar espanhol» (7).
Mas, se calhar, a melhor solução é aquela que a Rosa aponta.
Rosa, 28 anos, enfermeira.
«Eu acho que sou espanhola. Mas também me interesso muito pelo Português. Os meus
avós eram dali, e eu falo um bocadinho também. Quase toda a gente aqui está na mesma
situação que eu. Por isso acredito que o melhor seria uma dupla nacionalidade, ou algo
parecido. Assim todos os problemas ficariam resolvidos (8)!».
É este o espírito que faz com que Olivença seja tão particular: esta combinação
hispano-lusa.
A caminhar pelas ruas vê-se o legado artístico que os dois países deixaram aqui.
Ouve-se a gente falar com aquele sotaque que é uma mistura do espanhol e do português. O
importante não é estar a brigar por problemas tão antigos. O impostante é tratar de
preservar esta particularidade, para que não desapareça. E para isso precisa-se de
cooperação entre Espanha e Portugal, da sua ajuda conjunta.
Olivença, um laço de união entre os ibéricos (9)?
Sara Rodriguéz Romo

__________________________
(1) Esta imagem de uma Olivença que mudou várias vezes de soberania não corresponde à
verdade histórica. A cidade, como outras praças fronteiriças (Elvas e Campo Maior, por
exemplo), sofreu ataques ao longo da História, mas a soberania não mudou. Este argumento
é usado pela historiografia espanhola para justificar a mistura de culturas que hoje se
vê em Olivença e para a apresentar como "natural" e com "antecedentes históricos".
(2) Um erro leva a outro. Como se verificará no próprio artigo, no Património NÃO HÁ UM
ÚNICO MONUMEMTO ESPANHOL!
(3) Não existe, no Direito Internacional, a noção de prescrição (prazo ultrapassado),
pois, a existir, qualquer país ocuparia territórios vizinhos pela força e deixaria passar
um tempo determinado para que tal ocupação se tornarsse "legal". E... o mesmo Carlos
Fernández Liesa, sobre Gibraltar, reclamada por Espanha à Grã-Bretanmha DESDE 1704
(apesar dos acordos assinados), já considera que Madrid tem razão....
(4) Pelos vistos, paras os es+panhóis, esta ideia NÃO se aplica a Gibraltar, reclamada por
eles há mais de 300 anos!
(5) Miguel Ángel Vallecillo é o maior historiador actual de Olivença. Todavia, esquece-que
que o que causa "estragos" à relação Portugal-Espanha é a não-resolução do diferendo de
forma civilizada. Esquece-se que Portugal não pode abdicar de Olivença, pois a posse das
águas do Alqueva está ligada a essa questão.
(6) Na verdade, a Igreja de Santa Maria do Castelo está construída segundo os cânones
portugueses. Por etsa lógica, todas as igrejas construídas em Portugal no tempo dos
"Filipes", e foram muitas, seriam igrejas espanholas, o que não é verdade.
(7)É evidente que o tempo mudou/moldou a maneira de pensar, nomeadamente ao incentivar-se
o esquecimento ou a ignorância da História. É curioso que se fale em respeitar as
vontades num referendo, quando Madrid se nega a aceitar a vontade de 99% dos gibraltinos,
que votaram em permanecer britânicos. Por outro lado, até cerca de 1930, a Espanha
negava-se a fazer um referendo em Olivença sempre que grupos de portugueses o propunham!
(8) Notável abertura de espírito na pessoas MAIS JOVEM ENTRE OS ENTREVISTADOS!
(9) A ideia só poderá ser posta em prática com grandes mudança. A situação actual, com a
continuação do fomento da ignorância histórica e outros factores, é pouco propícia para
Olivença servir de laço de união. Seria como propor a Madrid que aceitasse a Gibraltar
actual como laço de união entre Espanha e Inglaterra.




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